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FASES PSICOSSEXUAIS - FASE ORAL, ANAL, FÁLICA (COMPLEXO ÉDIPO) - FREUD

  • FASES PSICOSSEXUAIS DO DESENVOLVIMENTO, NA VISÃO DE FREUD nnEle percebeu que havia um transcurso das pulsões sexuais a contar do nascimento até a genitalização, como se aquelas fossem dotadas de uma viscosidade, levando-o a denominar este fenômeno como “viscosidade da libido”, o que faz antever a existência de etapas ou fases neste desenvolvimento da psicossexualidade.nnAs fases na ótica de Freud.n1 – FASE ORAL:nnA criança ou qualquer outro animal, assim que vem à luz, por inescondível instinto, procura saciar a fome que o assola.nnContudo, no homem, o ato do bebê ir em busca do seio materno vai além da questão da sobrevivência, tendo aí a satisfação de um prazer de índole erótico, sem que isto signifique conteúdo genital.nnDe início o bebê e sua genitora, sob a perspectiva daquele, é um aglomerado único, onde o contato com o seio materno constitui na saciação de dois desejos: a alimentação e o prazer sexual. nnOnde a boca é a região que constitui a fonte da satisfação .nnEssa proximidade do BEBÊ com a MÃE impingirá nele SEGURANCA necessária a romper com ANSIEDADE e ANGÚSTIA que poderiam culminar, no FUTURO, em grave processo NEURÓTICO, e quiçá, se ausente da mãe, por não ter como melhor dar vazão ao INSTINTO de MORTE (destruição = Tanatus), vir a tornar-se um indivíduo VIOLENTO, já que privado de, no momento oportuno, expressar sua agressividade através das mordidas no seio materno e nos brinquedos.nn2 – FASE ANALnnNesta etapa do desenvolvimento, que se dá em média entre 2 e 4 anos de idade, a criança passa a ter controle sobre os músculos estriados (esfíncteres). nnTem prazer, igualmente erótico – que não se confunde com genitalidade – em manter as fezes no seu intestino e ao depois despejá-las para fora de si.nnFIXAÇÃO - por associação, no período adulto, desde que ele o tenha fixado na analidade, a AVAREZA, já que o DINHEIRO é tido popularmente como sujo, sem contar, também, que o enriquecimento remete a idéia de poder.nnn3 – FASE FÁLICA nnO ser humano está presente quando o órgão genital masculino (pênis) passa a ser a representação simbólica de virilidade para os meninos e, igualmente para as meninas, uma vez que estas acreditam que o dito órgão está incrustado nelas, especialmente no clitóris, e que virá um dia acrescer tal qual o dos garotos.nnNesta escala temporal, cerca dos 3 aos 6 anos, aparece o COMPLEXO de ÉDIPO.nnMENINO deseja sua mãe, querendo eliminar seu pai (rival), ainda que o veja como uma figura de autoridade, o que faz emergir uma nítida ambigüidade: desejo de matá-lo/desejo de se parecer com ele.nnMENINA - objeto indesejável é a mãe, visto que aquela quer fazer as vezes desta, ser a namorada de seu pai e, quando percebe que seu pênis não erupcionará nutre o desejo de lhe dar um filho como um substitutivo daquela representação.nnCUIDADO - não incentivar os ciúmes do filho com a mãe e vice-versa; evitar dizeres relacionando a filha como a “namoradinha do papai”, e o menino como “o homem da mamãe”.nnDECLÍNIO do COMPLEXO ÉDIPO - as PULSÕES SEXUAIS como que serenam, onde a criança abre um leque para a socialização, voltando-se às atividades escolares, esportivas, como se houvesse uma significativa perda da erotização, substituindo-a pelo que Freud chama de ternura, marcando o seu ingresso não noutra fase, mas sim no período de latência.nnnNesse instante da vida do pequeno surge ocasião, mais que ideal, que se deflagrem uma pleíade de atividades socializantes para o mesmo, tais como: teatros, cinemas, jogos diversificados, lazeres familiares (pescarias, idas ao shopping, zoológico, parque, clubes, tudo isso em parceria com os cuidadores, ou seja, integradamente).

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